sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Amor próprio
Por: Mônica Comenale
Primeiro a gente
tem que se amar, para depois amarmos alguém. Quem não gosta de si próprio não exercita o seu marketing pessoal. Perde o brilho. Caminha
pela vida despercebido.
Ninguém é perfeito. Quando nós nos aceitamos, começa a
surgir o exercício da auto-estima. A principal responsável pela nossa imagem
pessoal. O elemento essencial que nos
faz refletir diante da vida. Que nos faz prestar atenção em nós mesmos. Aquela
que nos impulsiona a nos cuidarmos. A estabelecermos limites... .
Existem pessoas que mal conseguem se encarar diante do
espelho. Elas deveriam olhá-lo como um aliado e não como um inimigo.
Quais são seus pontos fortes que devem ser valorizados? O cabelo, os dentes, a cor dos olhos, as sobrancelhas, o sorriso, o corpo bem definido, a altura? E
quais os pontos que deveriam ser disfarçados? Os quilinhos a mais, uma ruga de
expressão, a barriginha, a falta de cintura, ou as pernas tortas?
Vivemos em uma época em que nos tornamos privilegiados
com a quantidade de recursos oferecidos para a beleza. Tratamentos, produtos,
cirurgia plástica, ginásticas, receitas caseiras, alimentação e muito mais.
Uma variedade de opções que nos auxilia na conquista de uma imagem
ideal.
Concordo com alguém que me disse, a seguinte frase: “Com
a variedade de opções para beleza que temos hoje em dia, não existe pessoas
feias, apenas mal cuidadas, ou mal
orientadas”.
Talvez não estejam exercitando a sua auto-estima devidamente, e ibindo os efeitos maravilhosos que ela pode produzir.
Talvez não estejam exercitando a sua auto-estima devidamente, e ibindo os efeitos maravilhosos que ela pode produzir.
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