quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Armindo Trevisan

 
"Que bom é ser qualquer coisa, assim, ao léu,
uma pluma de vender, um pensamento, um chapéu,
enfim ser, tão-somente isto, ser apenas pelo meio,
sem um nome, sem um misto de ancoragem ou de enleio,
ser nada (não é possível)
ser tudo (mas é demais)
ser então o indefinível
nem tão pouco, nem demais."




 

Nenhum comentário: